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Archive for the ‘Ogra de Óculos’ Category

Enelock

Julho 20, 2011 2 comentários

Enelock

Alguns livros eu sei que em algum momento eu vou reler, e a trilogia do Legado dos Goldshine acabaram de entrar nessa lista.

O último livro dessa série, Enelock. Vêm para colocar um fim e consagrar essa trilogia. O livro não é um livro feliz. E nem tão leve quanto os dois primeiros. Pra ser sincera, Enelock é um livro pesado, tenso, e em muitos pontos triste.

Nele Galatéia se prepara para o embate final contra Enelock e não há momentos de paz para nossa Barbie paladina, e vamos combinar, a bichinha sofre nesse livro. Iallanara também tem que enfrentar uma série de problemas, que em muitos pontos ela mesma causa. Mas acredito que é por isso que ela é uma personagem tão legal. Sephiros e Gwayn, bem, eles continuam os mesmos, e fiquei muito feliz por isso.

Por ser guerra a temática principal do livro, deixo avisado que preparem um lencinho, pois, uma lágrima ou outra mais rebelde tendem a escapar durante alguns momentos do livro.

Mas existem momentos divertidos sim, o gato de ônix e Gwayn, acabam por dar um ar mais leve ao livro e em vários momentos me peguei esperando esses dois aparecerem pra ver se teria um ou outro momento de paz.

Não dá pra comentar muito da estória sem soltar spoiler, ou minha indignação sobre um ou outro fato ocorrido no livro. Mas vale comentar o quanto a escrita do senhor Leandro Reis melhorou do Senhor das Sombras pra cá.

O livro é realmente muito bom, e vale muito a pena ser lido.

Resenha sobre o primeiro livro da série:

Filhos de Galagah

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Crônicas da Tormenta

Julho 14, 2011 1 comentário

Já li e recomendo

Vou confessar que quando li as primeiras informações sobre esse livro não sabia se me empolgava ou se ficava com medo. Um monte de gente nova escrevendo sobre o cenário que eu mais jogo.  Fiquei bastante relutante. E fico muito feliz em dizer que esse sentimento passou ao ler o segundo conto do livro, o primeiro não escrito pelo pessoal da Tormenta.

Também devo confessar que me falta conhecimento sobre grande parte dos autores, mas depois de terminado o livro eu posso dizer que todos fizeram um excelente trabalho. Não vou comentar sobre os contos do pessoal da tormenta porque deles eu já esperava um ótimo trabalho. E, nenhum deles me decepcionou. Agora dos contos de autores desconhecidos, pelo menos para mim, alguns me surpreenderam de maneira extremamente positiva.

O conto do Marlon Teske, Ária Noturna é um dos que me ganharam logo nas primeiras linhas, muito bem escrito, os personagens de fácil identificação. Dá muita pena do conto não ler longo, é daquele tipo de conto que quando termina deixa o leitor querendo ler mais e mais. Mesmo a história sendo perfeitinha e bem fechada.

Outro conto que merece destaque é Lua de Trevas do Leandro Radrak. O autor tem o péssimo hábito de trollar os leitores, mas o conto é realmente bom. Conto de taberna, daquele tipo que parece ser lenda urbana. É gostoso de ler, mesmo que antes do final já da pra saber quem é o assassino, mas no final isso não era o que realmente importa. Excelente leitura, do tipo que pode pegar o vilão emprestado pra colocar em aventura, e usar o conto como lenda urbana do cenário.

Também ganham desta que os contos Hedryl do autor Raphael Draccon e Revés do autor Douglas MCT. O livro é excelente, todos os autores envolvidos fizeram um ótimo trabalho. E pra quem não conhece muito bem o cenário, é uma ótima oportunidade de conhecer, sem ficar preocupado em perder algo por não ter conhecimento da geografia, situação política ou do panteão.

Outro ponto positivo desse livro, vários desses contos podem se transformar facilmente em plots de aventura para serem jogadas depois com o grupo.

RPGCon por uma menina.

Julho 14, 2011 Deixe um comentário

Mais uma vez essa ogra foi pra RGPCon, e como ano passado eu tenho algumas críticas e alguns elogios ao evento, e assim como ano passado teve um dia ok, e outro muito foda. Mas vamos as impressões que uma menina tem do evento.

Foi legal pra comprar livros e experimentar jogos novos, ano passado foi Starwars e esse ano foi Mutantes e Malfeitores e Fiasco. Gostei muito dos dois, e só não comprei por medo de ficarem na estante sem ser jogados. O que não significa que eu voltei de lá com mãos vazias. Trouxe pra Brasília o Bestiário de Arton, Crônicas de Tormenta e Enelok. Crônicas de tormenta eu já li e logo eu trago um comentário sincero sobre ela.

Fiasco é um jogo bem simples que vale a pena jogar pelo menos uma vez. Joguei e gostei muito. E se eu soubesse que a camiseta estava a venda, teria comprado uma pra mim.

Bestiário de Arton, meu grupo pode ficar feliz

Outra coisa bacana em um evento onde 78% do público é composto por meninos é olhar o movimento, não é pra sair paquerando, mas dá uma olhadinha no público sempre é bom, e uma hora tu acha alguém que faz os teus pré-requisitos. E vale lembrar meninos nerds normalmente são caras bacanas. Mais um ponto pra meninas irem mais pra esse tipo de evento.

O evento em si já não foi lá grande coisa, mesmo que o segundo dia tenha sido bem melhor. A organização do evento não foi lá muito boa, desde a escolha da data, oi competir com a Anime Friends não é das coisas mais espertas. Ao fato do preço ter sido salgado pra quem não é fã de RPG e queria simplesmente dar uma olhada pra ver como funciona. E claro a divulgação, o site que só entrou no ar duas semanas antes do evento, e não ter a programação disponível até um dia antes. Até mesmo dentro da RPGCon foi complicado achar a programação. Pelo menos eu não consegui nenhuma, e perdi um dos mini-cursos que gostaria de ver, porque só achei a programação pregada num mini papel em uma pilastra mais tarde.

A palestra do pessoal Tormenta é sempre divertida, e esse ano ainda teve um momento super emocionante, um menino relatando como RPG o ajudou a superar a dislexia. Pra variar assisti a palestra pensando no rombo que esse pessoal vai causar no meu bolso. E que, querendo ou não, vou comprar boa parte do material. Vou confessar que essa foi a única palestra que eu realmente assisti, e que gostei muito, pelos que os caras prometeram, vou jogar Tormenta por um bom tempo.

Se eu volto ano que vem? Existe uma grande chance.

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Pin-up

Junho 30, 2011 Deixe um comentário

Pin-ups foram modelos bastante famosas na década de 40 e 50, mas continuam chamando atenção e inspirando rapazes e moças até hoje. Pin-up veio do termo pinned-up on a wall. Uma referência as fotos que podiam ser destacadas das revistas e pregadas na parede.

Um dos fotógrafos mais famosos especializado nesse estilo é o o peruano Alberto Vargas. Algumas das fotos mais emblemáticas quando pensamos em pin-ups foram feitas por esse senhor.

Os calendários feitos por eles são lindos. Escolhi do de 1947 e o de 1952 para dar uma idéia. Esses calendários enfeitaram muitas borracharias e quarto de rapazes quando elas estavam na moda.

As fotos são sensuais sem ser baixas, e o melhor nenhuma delas precisou ser anoréxica pra ser chamada de linda. Isso prova que existe algo de muito errado com a beleza hoje em dia.

Aqui vai uma dica: Qualquer editor de imagens você pode trocar o calendário antigo pelo do ano atual e ter e ter uma coisa linda, que fica super bacana como papel de parede do seu pc.

1947

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

1952

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

Fato: Essa ogra que vos posta adoraria ser que nem elas.

Entendendo as tendências

Junho 27, 2011 1 comentário

RPG é um jogo de interpretação e isso todo mundo sabe. E pra interpretar seu personagem criado além de pensar nele fisicamente  é necessário decidir como seu personagem vai reagir em determinadas situações, se ele é do tipo que ajuda, ou que maltrata. E essa ‘tendência’ você deve seguir  durante sua aventura.

Lembra que na ficha tem um espaço pra colocar a tendência é disso que estamos falando hoje.

Clérigos: A tendência varia de acordo com o Deus que ele segue.

Bom sempre bom 100% bom? Não necessariamente, Gandhi e Madre Teresa são para poucos. Óbvio que um personagem bom pode ter um ataque de raiva, e fazer um ato de maldade por conta de uma situação específica. Isso só não pode ser uma constante.

Lembrando também que algumas classes pedem uma tendência pré-estabelecida que deve ser seguida.

O problema no D&D que não é apenas decidir se é bom ou mau, tem mais nuances que isso, aqui vai uma breve explicação das tendências do D&D.

 

Leal:Os personagens leais seguem as ordens, não necessariamente segue a

Leais: Não importa se são bons ou maus.

ordem de um Estado ou de um rei. Ele pode ser leal aos desígnios do seu Deus, leal ao seu líder, seja ele bom ou mau, a um sonho. Em suma seu personagem vai acreditar e respeitar alguma coisa. Dentro dos personagens leais você pode ser:

Leal Bom: Personagens Leais e bons seguem as regras, combatem o mau, salvam princesas, matam vilões. Eles são uns fofos. Do tipo que vão salvar gatinhos em cima da árvore, e normalmente não irão quebrar nenhuma regra imposta pela sociedade por isso.

Leal-Neutro: Leais neutros também seguem as regras, mas não tem a ânsia de sair correndo e salvar a primeira donzela em apuros que existem. Eles respeitam as regras,  tradições, ensinamento de um mestre, o que quer que seja ele leal ele irá respeitar, e tentam observar melhor as coisas antes de julgar.     

 

Leal Mau: Ele gosta das tradições e segue as regras, mas irá usá-las para sacanear a vida dos outros. Ele pode até seguir um código de conduta como não matar crianças ou roubar de pobres, mas isso não significa que ele não hesite em roubar e matar. É o típico ladrão ou vilão com um código.

Neutro: Tendência preferida dos jogadores indecisos. Personagens neutros fazem o que eles querem, porque eles querem. Esse tipo de personagem segue regras até que elas comecem a atrapalhar, e não vê problema nenhum em quebrá-las para conseguir fazer o que precisam.

Neutro-bom: Ele vai fazer o bem, você gosta de fazer o bem. Mas não vai correr pra primeira masmorra só porque tem alguém precisando. E outra, se seus amiguinhos inocentes estão em apuros, você não vai ligar em quebrar uma regra ou outra para ajudá-los.

Neutro-mau: O personagem Neutro Mau, não liga pras regras contanto que elas não sirvam para te prejudicar. Acredita na maldade quase como uma filosofia de vida. E não tem problema nenhum e roubar, matar, chantagear se isso servir para conseguir o objetivo. Não que o personagem passe o dia planejando como fazer uma criança chorar, ou sacanear alguém, mas não vai ter problema algum em fazer caso isso for necessário.

 

Fofas mas Caóticas.

Caóticos: Personagens caóticos prezam a liberdade. E várias vezes chegam a ser imprudentes por conta disso.  As leis ou convenções sociais raramente funcionam com eles, e eles vão desrespeitá-las sem problemas para conseguir seus objetivos.

Caótico-Neutro: Existem dois tipos de problemas os meus e os que não interessam. Essa é a filosofia do Caótico-Neutro. Ele vai fazer o bem, se isso for do interesse dele, ele não vai se importar se alguém roubar algo, contanto que não seja dele. Mas ele pode cobrar algo, pra ficar calado.

Caóticos-bom: Esse personagem acredita na bondade e tem fazer isso como filosofia de vida, sem se preocupar com que os outros esperam de você para fazer o bem. E se as leis estão atrapalhando você ajudar alguém você irá quebrá-las.  Ele não tem problemas em roubar dos ricos e dar pros pobres, mesmo que a lei diga que é feio roubar.

Caótico-mau: Esses matam, roubam enganam e fazem tudo sem problemas. Na verdade eles fazem qualquer coisa para realizar suas maldades, e muitas vezes ignoram detalhes práticos por convicção de que isso irá dar certo no final.  Ele não se importa com leis ou padrões sociais contanto que aja a maldade.

Nostalgia S01 E02

Junho 25, 2011 1 comentário

Eu sempre fui fã de video-games, Mega, super-nintendo, PS1,2e 3. Todos eles passaram pelas minhas mãos em algum momento da minha vida. Não lembro quando eu vi um pela primeira vez, mas posso avir que vi algum tipo de magia naquela caixa.

Pena que durante muito tempo meu pai achou que video-game era coisa de menino e não me deixava ter um, o que fazia com que eu passasse um tempo considerável na casa de uma vizinha jogando master, ou jogando atari na casa do meu primo, (ele não me deixava jogar o mega dele sem forte supervisão).

É de Atari e todo mundo jogou.

Não que eu fosse game freak de passar horas e horas na frente do video-game, isso só começou a acontecer com FFX (esse sim foi um fim de semana todo dormindo e acordando direto no jogo). Mas achava divertido sentar com os amigos e cada um jogar um pouco, ou tentar descobrir como faz pra fazer algum movimento no ‘surf’ em jogos de verão. O que até hoje eu não aprendi, quem souber me conta.

Desde que saíram os emuladores qualquer pode matar a saudades dos jogos favoritos, mas confesso que jogar no PC não é tão legal quanto no video-game,

Ele já tem 20 anos

por isso eu surtei quando a Sony passou a disponibilizar Sonic, e Streets of Rage pra download na Store. E na década de 90 eu poderia tirar muita onda porque zerei os dois esse fim de semana e Sim virei supersonic, pode conferir o troféu na minha psn.

Sim eu sou o tipo de pessoa que com jogo novo de ps3 prefere jogar jogos velhos de 16bits, podem me queimar na fogueira.

Sei lá, tem algo não só nostálgico, mas também bem mais fácil nos jogos em 2d, do tipo você ‘zerava numa sentada’ sem precisar de detonado. Onde o golpe mais complicado de fazer era meia lua pra frente B.’ Não, nenhum jogo da década de 90 é superior aos novos, alguns são só mais legais.

Se fosse pra fazer uma lista dos jogos que  mais joguei ficaria algo assim:

Jogo do Mickey e era muito bacana

 
Sonic (1 e 2)
MoonWalker (sim o jogo do Michael Jackson)  
Quack Shot (Sol, lua, estrela)  
Streets of Rage (1 e 2)
Castle of Ilusion
Final Fantasy (do VII ao XIII tamo aí, com amor especial ao X)
 

Curiosidade:

O jogo MoonWalker me fez ser fã do Michael Jackson, de tanto que eu joguei aprendi as músicas. Não a cantar certo, mas as músicas passaram a ser parte da minha vida aos oito anos de idade.

Músicas muito boas, pena que você não aprende a cantar certo

Aprendi a jogar pedra papel e tesoura com Alex Kid.

O primeiro jogo que zerei foi Altered beast que por anos eu chamei de alterédi bésti.

Jogos de verão fica muito mais difícil depois dos 20 anos.

Eu nunca entendi o que era o herói de Decap Attack.

Zerei mortal Kombat 1 Jogando com a Sonia, e sempre tomava fatality do kano.

A fase especial do Sonic 1 me deixa tonta, e por isso nunca pego esmeralda em sonic1. Ainda em sonic, eu prendo a respiração em toda fase que ele tem que ficar embaixo d’água.

Preparando o jogo…

Junho 15, 2011 1 comentário

 

 

Você chegou toda empolgada pra jogar sua primeira aventura de RPG, e te avisam, “hoje vamos só montar a ficha.” É, RPG é legal, mas como toda coisa legal tem algo meio chato, e montar ficha não é tão legal assim. E como o assunto é bem chato, talvez o texto siga a linha e também seja chato.

Mas pensando por um lado positivo, hoje em dia você encontra os livros base em português em qualquer 4shared amigo, o que vai tornar esse processo mais rápido, imagina um tempo atrás, quando eram poucos livros pra muitos jogadores, e montar ficha demorava horas e horas. E claro, não é porque você é a menina da mesa, que você vai ficar dependendo de alguém pra explicar. A ogra aqui explica direitinho.

Essa é a ficha que você tem que montar

Como monta esse treco? Tudo começa com o d6. Lembra quando eu falei que o dado é o que dá realismo pro RPG, pois bem, você não pode simplesmente decidir que vai ser linda, gostosa, forte, inteligente, carismática. Você precisa que os dados permitam. Vai, não é só porque é faz de conta que todo mundo precisa ser perfeito. Lembre-se que defeitos são legais. E ajudam na interpretação.

Cada grupo tem um jeito de fazer o lançamento dos dados, pergunte pro seu mestre como vai ser, e chame um coleguinha pra acompanhar esse lançamento. Assim ninguém vai poder dizer que você roubou.

Sugestão de como fazer o lançamento de dados: Jogue 4d6 e ignore o dado de menor número. E se o jogador tirar 1 permita que ele jogue novamente.

Depois de ver os dados, escolha a raça e classe e comece a montar seu personagem.

Background: Nem todo mestre exige um background do personagem, mas vamos combinar, seu personagem veio de algum lugar, aspira alguma coisa, e tem desejos. O background serve pra você conhecer seu personagem, inventar o passado dele, conhecer o personagem com quem você joga. Isso vai ajudar bastante na interpretação.

Evite Charming princess: A idéia é jogar com algo diferente, mas evite algo perfeito. Perfeição de mais deixa seu personagem chato. Coloque um trauma para seu personagem, um medo, uma falha de caráter. Dê virtudes também. Nem que seja saber tricotar, e explique porque diabos ela sabe tricotar.

Depois que suas características básicas foram tiradas você já pode começar a criar seu personagem e montar a ficha.

Eles vão ser usados para dar vida ao seu personagem

Lápis papel e vamos lá, A ficha é a identidade do jogador de RPG, no começo da ficha você encontra as informações pessoais do seu personagem.

Nome do personagem: O nome que você vai dar pro seu personagem, crie um, roube um de algum livro famoso. O importante é ter um nome.

Classe e Nível: O que você é, sua profissão saca? Se você é uma guerreira, maga, barda. Se preocupe com isso agora, isso será explicado logo, logo. E em que nível você está. Normalmente começo de aventura o jogador é nível 1, se não for o mestre vai dizer em que nível você está.

Raça: Se sua classe é sua profissão sua raça é quem diz tipo de ser vivo você é, Humano, Elfo, Meio-Elfo, Anão. São tipos de raças possíveis para o jogo.

Escolher raças e classes não é tão simples quanto parece.

Tendência: É isso vai reger seu personagem. Você pode ser boa, má, neutra. A tendência do seu personagem vai guiar as ações do seu personagem. Não que você precise ser 100% todo o tempo fiel, mas não pode extrapolar muito. As possibilidades de tendência são: Leal, Neutro e Caótico. Dentro dessas opções o jogador tem que escolher se é: Bom ou Mau.

Divindade: Aqui diz qual Deus você vai seguir. Nem todas as aventuras possuem um panteão fixo, outros sim. A divindade é importante principalmente pra clérigos.

Tamanho/Idade/Sexo/Olhos/Peso/Altura: tudo isso faz parte da caracterização do seu personagem, é bom ter o background pra ajudar.

Como a ficha é algo gigante esse post vai ser dividido em algumas partes.
*Lembrando que esse manual é baseado no D&D 3.5 pelo simples fato dele ser básico e fácil de jogar.